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Notícias / Agronegócios

15/09/2020 | 14:10

Soja corrige últimas altas e tem leve recuo em Chicago nesta tarde de 3ª feira

Notícias Agrícolas

Soja corrige últimas altas e tem leve recuo em Chicago nesta tarde de 3ª feira

Foto: Reprodução

O mercado da soja passa por uma ligeira correção no início da tarde desta terça-feira (15) na Bolsa de Chicago, depois de bater nos US$ 10,00 por bushel e de subir por 13 pregões consecutivos. Por volta de 12h20 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 3 e 6,25 pontos nos principais vencimentos, levando o janeiro a US$ 9,97 e o maio/21 a US$ 9,98 por bushel. 

Os fundamentos seguem positivos para os preços, bem como o posicionamento dos fundos, no entanto, a correção já vinha esperada diante das fortes e consecutivas altas das útlimas semanas. Os preços estão nos mais elevados patamares desde 2018. Ainda assim, segue o foco sobre as questões climáticas - nos EUA e no Brasil - e sobre a demanda, que trouxe boas novas nesta terça. 

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou a venda de 264 mil toneladas de soja e 120 mil toneladas de milho nesta terça-feira. Do total da soja, todo volume é da safra 2020/21, sendo 132 mil toneladas para destinos não revelados e 132 mil para a China. 

Desde julho, segundo explica a Agrinvest Commodities, o USDA já informa um acumulado de vendas de 11,42 milhões de toneladas de soja e 10,72 milhões de toneladas de milho. Além disso, ontem, o USDAtrouxe uma nova baixa na qualidade das lavouras de soja e também dão suporte ao movimento de alta. O índice de lavouras de soja em boas ou exclentes condições vieram em 63%, contra 65% da semana anterior e das expectativas dos traders. Há um ano eram 54%. 26% das plantações estão em condição regular e 11% em situação ruim ou muito ruim. Há uma semana, eram 25% e 10%. 

E o clima no Brasil também tem trazido muitos alertas ao mercado internacional. O início da safra no país enfrenta a falta de chuvas em algumas regiões e também alimenta, principalmente com a possibilidade de um La Niña, a recuperação das cota es e também alimenta, principalmente com a possibilidade de um La Niña, a recuperação das cotações em Chicago que estão em suas máximas desde 2018.  ções em Chicago que estão em suas máximas desde 2018. 

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