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13/04/2018 | 10:00

A hora é agora para o setor do agronegócio

Medos, desafios e diferentes formas de empreender. Estes foram os assuntos discutidos no painel "Tenha uma ideia: como começar a empreender no agro", realizado na tarde desta quarta-feira (11.04), na 11ª Parecis SuperAgro. Dicas não faltaram. Representantes das startups Connectere AgroGestão, BrazSoft – tecnologia em Agribussines, CBC – Agronegócios e Smart Sensing - que fazem parte do Conexão AgriHub -, falaram sobre as dificuldades, vantagens e desvantagens de se empreender no setor do agronegócio. Tecnologia e inovação mais uma vez fizeram parte da pauta.


        Com o objetivo de fazer o público refletir, questionamentos foram levantados como: tecnologia pode ser uma ameaça ou uma oportunidade para o produtor rural? Além desta, o mediador do painel e analista de parcerias do programa AgriHub, Fábio Silva, fez diversas outras perguntas como, por exemplo, quais as dificuldades que os empreendedores enfrentaram até colocar seus produtos no mercado e também como ter uma boa relação entre sócios.


        Para o diretor da BrazSoft – tecnologia em Agribussines, Adriano Arruda com o aumento da rapidez com que as mudanças estão ocorrendo no campo, o empreendedor não deve esperar a hora certa para colocar sua solução tecnológica no mercado. "Nossa ferramenta foi para o mercado e estamos sempre evoluindo. Se tivéssemos esperado o momento oportuno, possivelmente ainda estaríamos fazendo ajustes".


        O consultor da CBC – Agronegócios, Junior Rodrigues acrescenta que é o Brasil que vai alimentar o mundo em um futuro muito próximo. "Por isso é preciso buscar tecnologias para poder ampliar a produção e melhorar a rentabilidade". Ele conta que até bem pouco tempo fazia a comercialização de soja e milho e conseguia oferecer o produto que tinha para vender para umas 30 pessoas por cada manhã. "Com a nossa plataforma conseguimos oferecer para 100 mil pessoas em apenas cinco segundos".


        O representante da Connectere Agrogestão, César Amaral de Souza, acrescenta que as empresas que não evoluírem não venderão nada no mercado do futuro. "Estou falando de um tempo curto, cerca de cinco ou 10 anos. Essa onda de inovação tecnológica atinge, além do agronegócio, todos os setores da economia".
 
 
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