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19/10/2020 | 10:53

Galvan e produtores veem como bom senso decisão que desconsiderou multa bilionária pedida pelo Ministério Público

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, viu como bom senso a decisão da Vara Especializada de Meio Ambiente de Cuiabá que desconsiderou a multa bilionária das Ações Civis Públicas (ACPs), movidas pelo Ministério Público (MP) contra a entidade e 14 produtores rurais que participaram da pesquisa agrícola científica conduzida pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris. Os produtores também enxergaram como razoável e proporcional.

Consta nas ACPs, somente uma condenação para cada produtor de um mil reais por hectare de área semeada nos plantios em fevereiro para produção de semente para uso próprio (R$ 57,6 mil por experimento em média), passível de recurso, já que o dano ambiental coletivo, na opinião da Aprosoja, não ficou provado. A indenização é muito inferior, se comparada à caução de R$ 3 bilhões pedida pelo MP. “Essa medida veio trazer segurança ao nosso produtor rural, e à ciência, que acreditam na nossa pesquisa”, pontua o presidente.

A indenização total pelos danos ambientais coletivos soma em torno de R$ 750 mil, correspondente à área dos plantios experimentais.

A decisão foi proferida na terça-feira (13.10), em 1ª estância pelo juiz Rodrigo Curvo.

Veja declaração completa do presidente no vídeo:

Saiba mais da decisão:

http://www.aprosoja.com.br/comunicacao/release/multa-bilionaria-por-plantios-em-fevereiro-e-desconsiderada-pela-vara-de-meio-ambiente
 
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