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14/10/2021 | 09:49

Milho tem leve perda na B3

Apesar dos altos patamares que o dólar vem apresentando nos últimos dias e inclusive no dia de hoje, onde a moeda fechou em R$ 5,53, apenas R$ 0,01 abaixo da cotação de segunda-feira, os futuros do milho acompanharam as notícias internacionais. Essas informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica. 
“Nestas,  conforme  relatamos  aqui  no  dia  de  ontem, houve recuo na demanda global, ao mesmo tempo em que a produção foi aumentada. Com isso, o milho parece procurar um “preço justo” na Bolsa  de  Mercadorias.  Se,  por  um  lado,  traders abandonam grandes especulações, entendendo que a janela  de  comercialização  está  quase  se  encerrando; por  outro,  há  ainda  a  pressão  de  milho  importado  e ofertas maiores do cereal”, comenta. “As  cotações  fecharam  o  dia  da  seguinte  forma:  o vencimento novembro/21 fechou valendo R$ 88,80 (-0,03%); janeiro/22 cotou R$ 88,90 por saca (+0,11%); março/22 a R$ 89,20 (-0,21%); e maio/22 a R$ 86,62 (-0,44%)”, completa. 
 
A pressão da safra faz preços do milho caírem forte nesta quarta-feira em Chicago. “O  contrato  de  milho  para  dezembro21  fechou  em  forte  queda  de  2,15%  ou  11,25  cents/bushel  a  $  511,25;  o contrato para julho22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em queda de 1,85%, ou 10,0 cent/bushel a $529,25.  Fraqueza sazonal devido ao avanço da safra nos EUA, que mostra um ritmo muito bom (41% atual vs. 31% méd. Hist.).  Além disso,  o  USDA traçou  uma  perspectiva de maior produção e estoques finais para o ciclo atual. A preocupação com o dinamismo da demanda externa, acrescentou clima baixista”, indica. 
 
“Globalmente,  o  USDA  cortou  2  MT  da  produção  de 2020/21,  refletindo  a  redução  doméstica.  Depois  de algumas outras mudanças, o USDA viu o carry-in global em 289,99 MT, ou um aumento de 3,51 MT em relação à estimativa anterior. Isso veio principalmente dos EUA e da China, embora Rússia, África do Sul e Egito tenham sido cortados em parte de seus números de setembro”, conclui. 
 
 
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