Imprimir

Imprimir Notícia

06/12/2021 | 08:46

Milho registra alta no fechamento da semana

A bolsa de mercadorias brasileira (B3) fechou os vencimentos de milho em campo positivo, nesta sexta-feira, de acordo com a TF Agroeconômica. Os preços foram impulsionados por menores  preocupações  em relação à nova variante do coronavírus – Ômicron – e sustentados pela alta do dólar, que fechou o dia a + 0,35%, valendo R$ 5,6798. 

“No mercado físico, viram-se maiores  movimentações  para  o  milho  futuro, principalmente  entre  vencimentos  janeiro  e  março,  o que  impulsionou  o  contrato  março  a  uma  alta  de 1,54%. Expectativas do mercado também avaliam que vendas brasileiras à China devem aumentar, à medida que a safra 2022 entregue maiores volumes de milho, avaliadas pela Conab em até 117 milhões de toneladas, o que deve elevar exportações em  até 37 milhões de tons”, comenta. 

Ao encerramento do mercado, os seguintes preços se apresentaram:  o  vencimento  janeiro/21  era  cotado  à R$ 92,96 (+1,35%); o março/22 fechou a R$ 93,11 (+1,54%); o maio/22 apresentou por saca R$ 88,50 (+1,61%); e o julho/22 tinha valor de R$ 84,45 (+1,32%). 

Em Chicago o milho fecha em nova alta, puxado pelo petróleo e possível demanda de etanol. “A  cotação  do  milho  para  janeiro22 fechou em nova alta de 1,65% ou 9,50 cents/bushel a $  586,50.  A  cotação  de  julho22,  importante  para  as exportações  brasileiras,  fechou  também  em  alta  de 1,30% ou $7,50cents/bushel a $ 586,50”, completa. 

“Recuperação  em  petróleo  bruto.  Mas,  a incerteza  permanece  sobre  as  possíveis  medidas  que os governos irão tomar em face de uma nova tensão e seu  impacto  sobre  o  transporte,  o  turismo  e  a atividade.  Será  fundamental  para  continuarmos  com dinamismo na demanda para a produção de etanol”, conclui. 
 
 Imprimir