Imprimir

Imprimir Notícia

28/01/2022 | 11:58

Milho: B3 tem leves correções de alta

O baixo ritmo de ofertas no mercado físico que leva a poucos avanços na comercialização e sustentam as altas do milho nesta quinta-feira na B3, de acordo com a TF Agroeconômica. “Com foco na  soja, produtores de todo o país dificilmente colocam lotes à venda e não baixam suas pedidas. E  os produtores têm razões suficientes para vender a conta gotas sua produção, afinal, se por um  lado,  irá  se  produzir  muito  menos,  por  outro,  o mercado deve se manter firme – ao que tudo indica – pelo menos até a colheita da Safrinha”, comenta. 

“No  fechamento  de  mercado,  um tom de leve alta para os  principais vencimentos, que fecharam  o  dia  de  negociações  conforme  segue:  o vencimento  março/22  foi  cotado  à  R$  100,40 (+0,90%);  o  maio/22  valeu  R$  98,30  (+0,72%);  o julho/22 foi negociado por R$ 92,00 (+0,52%) e o setembro/22 teve valor de R$ 90,65 (+0,10%)”, indica. 

Em Chicago o milho volta a cair, com queda no trigo e dólar  em alta; produtores mudam de milho para trigo. “A  cotação  do  milho  para  março22 fechou em nova queda de 0,48% ou 3,0 cents/bushel a $  624,0.  A  cotação  de  julho22,  importante  para  as exportações brasileiras, fechou também em queda de 0,69% ou $ 4,25 cents/bushel a $ 615,0”, completa. 

“Dólar  em  alta  em  relação  ao  resto  das moedas  do mundo  e  trigo  com  ajustes, transmitiram fraquza.  O  cenário  de  produção  na  América  do  Sul  é acompanhado de perto. Um bom relatório semanal de vendas nos EUA evitou novas quedas. A IHS Markit vê    áreas plantadas de milho em  2022  com  91.489  m  acres  (37,03  milhões  de hectares). Isso está abaixo da estimativa  anterior  de 91,578 milhões  de  acres e  se compara a  93,357 para 21/22.  A  maior  parte  da  mudança  foi  para  o  trigo, com um aumento moderado de grãos ano/ano”, conclui. 
 
 Imprimir