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07/04/2023 | 06:41

Chicago despencou quase 3% na semana com avanço do plantio nos EUA

A quinta-feira (06) chegou ao final com os preços futuros do milho contabilizando movimentações negativas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuaram na faixa entre R$ 79,79 e R$ 81,85, mas acumulando altas semanais. 

O vencimento maio/23 foi cotado à R$ 79,79 com baixa de 0,47%, o julho/23 valeu R$ 80,05 com perda de 0,55%, o setembro/23 foi negociado por R$ 79,90 com desvalorização de 0,62% e o novembro/23 teve valor de R$ 81,85 com queda de 0,46%. 

De acordo com a análise diária da Agrifatto Consultoria, “os negócios no mercado físico de Campinas/SP seguem ocorrendo na média dos R$ 81,00/sc, a menor demanda pressiona a cotação do cereal”.   

Na visão da SAFRAS & Mercado, mercado brasileiro de milho registrou um cenário de negócios muito travado, destacando que os preços seguem recuando no país, mas há um impasse entre os valores pelos quais o produtor aceita vender e o consumidor deseja comprar, o que praticamente inviabilizou a comercialização ao longo da semana. 

“Em regiões como o oeste do Paraná, o produtor aceita negociar o milho por R$ 80,00, mas o valor oferecido pelo consumidor não vai além de R$ 76,00 para a saca. Assim, os compradores seguem na defensiva, tentando fazer com que as cotações retrocedam ainda mais para que haja a concretização dos negócios”, destacam analistas de SAFRAS & Mercado. 

Mercado Externo 

Os preços internacionais do milho futuro também encerraram o último pregão da semana contabilizando movimentações no campo negativo da Bolsa de Chicago (CBOT), com desvalorizações acumuladas ao longo da semana. 

O vencimento maio/23 foi cotado à US$ 6,43 com desvalorização de 9,25 pontos, o julho/23 valeu US$ 6,19 com perda de 7,75 pontos, o setembro/23 foi negociado por US$ 5,64 com baixa de 5,00 pontos e o dezembro/23 teve valor de US$ 5,56 com queda de 4,00 pontos. 

Esses índices representaram quedas, com relação ao fechamento da última quarta-feira (05), de 1,38% para o maio/23, de 1,28% para o julho/23, de 0,88% para o setembro/23 e de 0,71% para o dezembro/23. 

Na comparação semanal, os contratos do milho norte-americano acumularam desvalorizações de 2,58% para o maio/23, de 2,67% para o julho/23, de 2,25% para o setembro/23 e de 1,77% para o dezembro/23, com relação do fechamento da última sexta-feira (31). 

Já na comparação semanal, os contratos do milho brasileiro acumularam elevações de 0,25% para o maio/23, de 1,59% para o julho/23, de 1,68% para o setembro/23 e de 0,86% para o novembro/23, com relação do fechamento da última sexta-feira (31). 

 
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