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18/05/2023 | 08:35 | Atualizada: 18/05/2023 | 08:56

Soja: apesar de temerem novas quedas, produtores seguram seu produto

O mercado brasileiro de soja segue travado, com reportes pontuais de negócios. Os preços caíram nesta quarta-feira (17), acompanhando o movimento de Chicago.

Os produtores seguram seu produto, ainda que com medo de novas quedas. Os negócios registrados são
“da mão para a boca”, com as melhores ofertas com vencimento mais à frente, em julho ou agosto.
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em queda.

O mercado acompanhou o fraco desempenho dos produtos vizinhos. Trigo e milho caem pela perspectiva de renovação do acordo do corredor de exportação do Mar Negro.

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O cenário fundamental segue pressionando as cotações. Pelo lado da oferta, a expectativa é baixista. O mercado ainda assimila os números divulgados na sexta-feira (12) pelo Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos (USDA).

Além disso, há preocupações com a economia chinesa, o que poderia determinar um desaquecimento da demanda pela oleaginosa.

Contratos futuros
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 27,00 centavos ou 1,97%
a US$ 13,37 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 11,87 por bushel, com perda de 10,50 centavos de dólar ou 1,61%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com perda de US$ 1,60 ou 0,37% a US$ 425,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 46,41 centavos de dólar, com perda de 1,04 centavos ou 2,19%.

Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,14%, sendo negociado a R$ 4,9330 para compra e a R$ 4,9350 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9230 e a máxima de R$ 4,9720.
 
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