Continua o bom ritmo de embarques mensais de milho brasileiro, com bons prêmios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram-se em $ 85 para setembro; recuaram $ 2 cents para $ 105 para outubro; subiram mais $ 3 cents para $10 cents para $ 104 novembro e mantiveram-se em $ 100 para dezembro”, comenta.
“O cálculo mostrado ao lado registra que os preços oferecidos pela exportação, no interior do Brasil, conseguem rivalizar com os preços internos, mantendo um Farm Selling significativo e permitindo um escoamento recorde para o exterior, como mostram os números apresentados pela ANEC. Mesmo assim, ainda sobrará um estoque final muito grande no final desta safra, o que deixa as indústrias consumidoras locais mais confortáveis, sem grande necessidade de elevar muito os preços para se abastecer”, completa.
O Paraguai está com o mercado na paridade de exportação. “Praticamente inalterado nos últimos dias, o milho nos portos da capital está em torno de 168,00 U$D/MT, o que seria para exportação. Outros compradores locais, como os criadores de frangos, não ficaram longe da exportação, oferecendo 165 dólares nos arredores de Assunção. Por outro lado, no interior as ofertas foram em valores de 145 dólares, dependendo da localização, os negócios são fechados pontualmente e não vemos grandes lotes sendo oferecidos, os vendedores têm em mente níveis de 175,00 U$D /MT FAS Assunção, ou 155,00 U$D/MT para retirar dos silos”, indica.
“A colheita está 100%, finalizada. Passadas onze semanas desde o início oficial da colheita do milho safrinha 23/24, os agricultores concluíram os trabalhos de colheita dos 850 mil hectares cultivados com o cereal em 2024 no país”, conclui.