Na Bolsa de Chicago a soja fechou em baixa com boas condições para o avanço da colheita nos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela TF Agroecoonômica. “O contrato de soja para novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,14 %, ou $ -1,75 cents/bushel a $ 1264,25”, comenta.
“A cotação de maio24, referência para a safra brasileira, fechou em baixa de -0,36 % ou $ -4,75 cents/bushel a $ 1308,50. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 0,90 % ou $ 3,3 ton curta a $ 370,9 e o contrato de óleo de soja para outubro fechou em baixa de -2,02 % ou $ - 1,16/libra-peso a $ 56,13”, completa.
As boas condições climáticas favorecem a colheita no cinturão da soja/milho nos EUA. “Com isso as cotações estão sofrendo a pressão sazonal imposta pela colheita. Sexta-feira marcou a sexta queda semanal consecutiva da oleaginosa. Além disso, o mercado está adotou uma postura cautelosa antes do relatório WASDE de outubro, que historicamente é o mais assertivo sobre a produção e produtividade da soja. Esta safra foi marcada por algumas divergências entre o mercado e o USDA sobre os números reais da safra”, indica.
“Sobre o relatório da próxima quinta-feira, os traders esperam um corte de 0,1 bpa no rendimento da soja, em média, em 50 estáveis. A faixa completa vai de um corte de 0,6 bpa a um aumento de 0,7 bpa em relação ao relatório de setembro. Em termos líquidos, espera-se que a produção líquida de soja-grão caia 10,8 mbu (293,22 mil t), para 4,135 bbu (112,54 MT), em média, embora os entrevistados não fiquem surpresos se verem a produção relatada entre 4,09 bbu (111,31 MT) e 4,2 bbu (114,30 MT)”, conclui.