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17/10/2023 | 09:45

B3: Milho começa a semana em baixa

Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho começou a semana em baixa com queda do dólar e Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os contratos de milho na BMF fecharam em baixa nessa segunda-feira. Após três altas consecutivas, que acumularam ganhos de 2,88%, o mercado realizou lucros”, comenta a consultoria.

“Outro fator que pressionou as cotações foram a Bolsa de Chicago, que operou em baixa durante todo o dia. A queda de -1,01% da cotação do dólar eliminou qualquer chance de reação do milho na B3. A comercialização parada e o avanço do plantio da safra de verão devem segurar a cotação no curto prazo”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa. “O vencimento de novembro/23 foi de R$ 61,90, baixa de R$ -0,24 no dia, alta de R$ 0,68 na semana; janeiro/24 fechou a R$ 65,73 baixa de R$ -0,22 no dia, alta de R$ 0,39 na semana; o vencimento março/24 fechou a R$ 69,10, baixa de R$ -0,29 no dia e baixa de R$ -0,33 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em baixa com fraca demanda pelo milho norte-americano. “A cotação para dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,66 % ou $ -3,25 cents/bushel a $ 490,00. A cotação de março24, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,69 % ou $ -3,50 cents/bushel a $ 505,00”, indica.

“O milho negociado em Chicago fechou em baixa nessa segunda-feira. A fraca demanda constatada sexta, com a queda nas vendas, e confirmada nesta segunda com a redução nas inspeções nos embarques nos EUA, pressionaram a cotação. A demanda externa tem sido a grande pedra no sapato do mercado americano, em uma temporada com a previsão de ser a terceira maior da história no país. O clima favorável para o avanço da colheita no cinturão do milho/soja também pressionaram a cotação”, conclui.
 
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