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23/06/2025 | 11:44 - Atualizada em 23/06/2025 | 11:45

Soja fecha semana em queda na Bolsa de Chicago, pressionada por clima favorável nos EUA e realização de lucros

Redação Reporter Agro

Soja fecha semana em queda na Bolsa de Chicago, pressionada por clima favorável nos EUA e realização de lucros

Foto: Banco de Imagens

O mercado de soja encerrou a semana em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT), pressionado pela realização de lucros por parte dos investidores e pelo clima favorável para as lavouras nos Estados Unidos. Segundo análise da TF Agroeconômica, o início oficial do verão norte-americano, com boas condições para o desenvolvimento das plantações, reforçou o movimento vendedor no pregão desta sexta-feira (20).

O contrato de soja para julho, referência para a safra brasileira, recuou 0,63%, equivalente a uma perda de 6,75 cents por bushel, fechando a US$ 1.068,00. A posição de agosto caiu 0,49%, ou 5,25 cents, encerrando a US$ 1.071,50 por bushel.

O movimento de baixa se estendeu também ao mercado de derivados. O farelo de soja para julho teve queda de 0,28%, cotado a US$ 284,10 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 0,55%, fechando a US$ 54,47 por libra-peso.

O retorno do feriado nos Estados Unidos também contribuiu para um movimento de ajuste, levando muitos investidores a realizarem parte dos ganhos recentes. Apesar de uma leve melhora nas vendas semanais para exportação, a ausência de novas compras expressivas por parte da China manteve o mercado pressionado.

As importações chinesas de soja do Brasil cresceram expressivos 37,5% em maio na comparação anual, somando 12,1 milhões de toneladas. Por outro lado, as compras da soja dos EUA aumentaram 28,3%, chegando a 1,63 milhão de toneladas, mas representaram apenas 11,7% do total adquirido pela China no mês — um sinal claro da preferência chinesa pelo produto brasileiro.

No acumulado da semana, a soja na CBOT fechou praticamente estável, com leve queda de 0,16% (ou 1,75 cents/bushel). O farelo de soja teve perda mais acentuada, caindo 2,67% (ou 7,80 dólares/ton curta). Na contramão, o óleo de soja subiu 7,63% (alta de 3,86 cents/libra-peso), sustentado por fundamentos específicos de oferta e demanda no mercado global de óleos vegetais.

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