O setor suinícola brasileiro registrou um início de mês bastante movimentado no comércio exterior. Dados consolidados para os primeiros sete dias úteis de outubro apontam um salto expressivo de 20,49% na média do volume diário exportado de carne suína em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Apesar da excelente resposta da demanda internacional — que continua absorvendo grandes volumes do produto brasileiro —, o cenário econômico externo apresenta um contraponto: o preço médio da tonelada exportada registrou recuo de 10,57%. Essa descompressão nos valores pagos pelo mercado externo exige que as indústrias e criadores mantenham rigor na gestão dos custos de produção internos (especialmente com a alimentação animal baseada em milho e farelo de soja), equilibrando o avanço das vendas físicas com a rentabilidade final das granjas.