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Notícias / Agronegócios

19/11/2019 | 07:37 - Atualizada em 19/11/2019 | 07:49

Em entrevista ao Repórter Agro, engenheira de alimentos JBS fala sobre bem estar animal

Em relevância ao assunto, entramos em contato com Laura Menin, engenheira de alimentos e coordenadora do departamento da Garantia de Qualidade JBS- Confresa que nos relatou que, uma carne de qualidade, que satisfaça hoje o consumidor, é proveniente d

Redação - Repórter Agro

Em entrevista ao Repórter Agro, engenheira de alimentos JBS fala sobre bem estar animal

Foto: Reprodução

Muitas vezes, o bem-estar animal, não se torna um conceito tão simples de ser entendido. Podendo ter diferentes significados para diferentes pessoas. No geral, ‘bem-estar’ refere-se a qualidade de vida de um animal- se ele tem boa saúde, se suas condições físicas e psicológicas estão adequadas, e se pode expressar seu comportamento natural. 

Em relevância ao assunto, entramos em contato com Laura Menin, engenheira de alimentos e coordenadora do departamento da Garantia de Qualidade JBS- Confresa que nos relatou que, uma carne de qualidade, que satisfaça hoje o consumidor, é proveniente de um processo que se inicia bem antes de chegar na indústria frigorífica. 

Estamos falando do Bem-estar animal nas fazendas, no transporte e posteriormente, na chegada desses animais no estabelecimento.

Cada estabelecimento, atua hoje embasado em sua política de bem-estar -estar animal, visando justamente o cumprimento das normas de qualidade e de segurança alimentar. 

Estruturas, higienização de veículos e de currais, manejo tanto na propriedade quanto nos estabelecimentos, pessoas capacitadas são pontos essenciais para o cumprimento do Bem-Estar animal. A falha ou ausência desses procedimentos, irão acarretar um animal estressado, até mesmo contundido, o que influenciará na qualidade final dos produtos, bem como perca financeira devido hematomas ou carcaças inaptas para consumo. Sendo assim todo o processo produtivo é comprometido e o retorno ao pecuarista se torna indesejável.

Presente hoje no Brasil um Regulamento técnico a qual nos respalda de todo o disposto acima (Regulamento Técnico de Insensibilização para o Abate Humanitário de
Animais de Açougue BRASIL, 1995). 

Além deste os estabelecimentos preconizam profissionais capacitados, com formações técnicas específicas onde os mesmos auxiliam nas tratativas desses animais, quanto a todos os sentidos, visando sempre um animal livre de fome, sede, desconforto ou doenças, que é o que se espera para obter um produto final de qualidade – coloração e maciez desejável a visão do consumidor.

1 comentário

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  • Cleris Diana 19/11/2019 | 00:00

    Que top. Realmente o bem estar é s chave para uma carne de qualidade!!!

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