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Notícias / Economia

22/11/2019 | 09:19

Infocafé de 21/11/19

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N.Y. finalizou a quinta-feira com forte alta, a posição março oscilou entre a mínima de -1,70 pontos e máxima de +5,85 fechando com +5,30 pts.

A moeda norte-americana recuou 0,13%, cotado a R$ 4,1934. Na máxima do dia, chegou a R$ 4,2237. Na mínima, marcou R$ 4,1845.

 O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu em 10,5% a produção de café brasileiro para a safra 2019/20. De acordo com o relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS na silga em inglês), a produção pode cair para 58 milhões de sacas de 60 kg. "Devido aos rendimentos agrícolas e de descascamento mais baixos do que o projetado anteriormente nas áreas de cultivo de arábica", afirma o USDA. O FAS prevê ainda que a exportação do café arábica também reduza cerca de 14,7%, com 35,32 milhões de sacas. Segundo o USDA, a baixa acontece devido à menor oferta esperada de café para 2019/2020.  Fonte: Notícias Agrícolas.

E foi dada a largada: a Semana Internacional do Café 2019 (SIC) em Belo Horizonte e vai até sexta-feira, 22 de novembro. Na abertura da sétima edição, uma mensagem foi unânime nos discursos: o evento está consolidado e é hoje um dos mais importantes do mundo do setor cafeeiro. São esperados mais de 20 mil visitantes de mais de 40 países durante os três dias.

A cerimônia contou com a presença do governador de Minas, Romeu Zema, que se referiu ao evento como “grandioso e belíssimo” e reiterou a importância do agronegócio para a economia brasileira. “Foi a única atividade que cresceu sistematicamente nos últimos 20 anos”, afirmou. Roberto Simões, presidente do Sistema FAEMG e do Sebrae-MG, destacou que o ponto forte do evento é a abordagem de toda a cadeia, “desde o pé de café até a xícara”. Ele ressaltou, ainda, a veia inovadora da SIC 2019, uma vez que traz novidades a cada edição, como o hackaton AgroUP, que, neste ano, vai reunir 56 competidores durante 48 horas ininterruptas para ajudar a resolver desafios do mercado.

A secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), Ana Maria Valentini, reforçou que é preciso contar ao mundo que produzimos os melhores cafés. “Precisamos desenvolver políticas públicas para a base da cadeia produtiva”. Caio Alonso Fontes, diretor de planejamento da Café Editora, destacou a presença de mais de 220 marcas expositoras, um crescimento de 25% em relação a 2018. “A SIC é hoje uma plataforma global de negócios. Isso só reforça o protagonismo do café brasileiro e o potencial do mercado”, disse.

O presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), João Martins da Silva Júnior, demonstrou seu entusiasmo com o evento. “Sou um grande propagandista da SIC; por onde vou chamo todos a verem o que se faz aqui”. E completou: “Só se muda o Brasil se mudarmos o perfil econômico da população, por isso temos um grande foco em assistência técnica e gerencial, além de diálogo aberto com quem quer vencer e fazer um Brasil melhor”. A expectativa dos organizadores da SIC 2019 é superar o volume de negócios iniciados no evento, em 2018, que chegaram a R$ 42 milhões. 

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