No mercado físico brasileiro, a quarta-feira registrou valorizações nas praças de Pato Branco/PR (1,40% e preço de R$ 36,20), Não-Me-Toque/RS (1,43% e preço de R$ 35,50), Ubiratã/PR (1,45% e preço de R$ 35,00), Londrina/PR (1,45% e preço de R$ 35,00), Dourados/MS (2,70% e preço de R$ 38,00), São Gabriel do Oeste/MS (2,70% e preço de R$ 38,00) e Sorriso/MT balcão (12% e preço de R$ 28,00).
Para a Radar Investimentos, “o interesse de venda por parte dos produtores é pequeno neste momento. Além disto, a firmeza do dólar também colabora para um menor interesse em negociar no mercado interno”.
Em sua nota diária, a Agrifatto Consultoria apontou que o mercado continua fortalecido, e apesar de ter alcançado patamares mais altos, o produtor segue resistente em novas vendas pela expectativa de novos reajustes positivos à frente.
“A percepção de nova rodada de altas fundamenta-se na maior necessidade de milho pelo setor de proteínas animais (especialmente pela maior participação do mercado externo), pelos estoques relativamente menores (forte exportação de milho nesta temporada) e ainda pela recente e expressiva valorização do dólar ante o real.
Além disso, devemos destacar a importância do clima nos próximos meses, ou seja, eventuais problemas para a próxima safrinha de milho adicionariam um novo fator altista”, diz a publicação.