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Notícias / Agronegócios

01/04/2020 | 08:16

Soja: Mercado começa abril com perdas de mais de 1% em Chicago pressionado pela pandemia

Notícias Agrícolas

Soja: Mercado começa abril com perdas de mais de 1% em Chicago pressionado pela pandemia

Foto: Reprodução

O mês de abril começa começa com baixas de mais de 1% na Bolsa de Chicago entre os preços da soja. Nesta quarta-feira (1), as cotações perdiam mais de 10 pontos nos principais contratos, por volta de 6h55 (horário de Brasília), com o maio valendo US$ 8,75 e o julho e agosto com US$ 8,78 por bushel. 

Os mercados todos, mundo a fora, começam um novo trimestre pressionados pelos preocupantes resultados do anterior, e diante das notícias preocupantes, principalmente, vindas dos EUA. Na noite de ontem, o presidente Donald Trump afirmou que os americanos têm de estar preparados para as próximas duas semanas, que deverão ser bastante dolorosas e com o país podendo contabilizar ao menos 240 mil vítimas pela Covid-19.

O que traz balanço e equilíbrio ao mercado é a demanda chinesa, que dá sinais de melhora no mercado norte-americano já há alguns dias. Como explica o analista de mercado Fernando Pimentel, da Agrosecurity Consultoria, a China vem às compras para construir seus estoques diante de receios de qye a logística possa começar a comprometer o abastecimento em seus maiores fornecedores, que são Brasil e Estados Unidos. 

"Apesar do suporte da expectativa de demanda forte e com a China voltando aos poucos a funcionar, a crise do Covid-19, que ainda está no auge na Europa e prometendo se alastrar rapidamente nas Américas nos próximos 15 dias deixam traders na defensiva", explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da AgroCulte. "O dia amanheceu negativo e pesado e o mercado precisa urgentemente de novidades boas em relação a cura e/ou vacina para voltar a operar em cima dos tradicionais fatores de oferta e demanda", completa.

Além disso, Cachia explica ainda que o outros fatores que pressionam as cotações são os baixos preços do petróleo - que hoje voltam a ceder e recuam mais de 1% na Bolsa de Nova York, assim como todas as commodities - e os rumores de que as condições logísticas na Argentina voltam, aos poucos, à normalidade. 

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