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Notícias / Agronegócios

25/09/2020 | 13:54

Soja volta a subir na Bolsa de Chicago nesta 6ª, depois de testar preços abaixo dos US$ 10

Notícias Agrícolas

Soja volta a subir na Bolsa de Chicago nesta 6ª, depois de testar preços abaixo dos US$ 10

Foto: Reprodução:

O mercado da soja, depois de iniciar o dia com estabilidade, voltou a subir na Bolsa de Chicago na tarde desta sexta-feira (25). Assim, perto de 14h05 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam entre 6,50 e 7,75 pontos entre os principais contratos, com o novembro/20 valendo US$ 10,06 e o janeiro/21, US$ 10,09 por bushel. 

Como já vinha sendo sinalizado por analistas e consultores de mercado, os preços não teriam muito espaço abaixo dos US$ 10,00 por bushel e, assim que testaram essa linha, voltaram a subir. No entanto, segue mantido o foco total sobre os fundamentos que direcionam as cotações agora. 

A semana foi bastante volátil na CBOT para a oleaginosa e o mercado vai reajustando suas posições. Entre os fundamentos, continua observando a colheita nos EUA, o plantio no Brasil e demanda. E esta sexta foi o primeiro dia desde 2 de setembro sem compras da China sendo reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Soja volta a subir na Bolsa de Chicago nesta 6ª, depois de testar preços abaixo dos US$ 10
Publicado em 25/09/2020 14:2634 exibições


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O mercado da soja, depois de iniciar o dia com estabilidade, voltou a subir na Bolsa de Chicago na tarde desta sexta-feira (25). Assim, perto de 14h05 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam entre 6,50 e 7,75 pontos entre os principais contratos, com o novembro/20 valendo US$ 10,06 e o janeiro/21, US$ 10,09 por bushel. 

Como já vinha sendo sinalizado por analistas e consultores de mercado, os preços não teriam muito espaço abaixo dos US$ 10,00 por bushel e, assim que testaram essa linha, voltaram a subir. No entanto, segue mantido o foco total sobre os fundamentos que direcionam as cotações agora. 

A semana foi bastante volátil na CBOT para a oleaginosa e o mercado vai reajustando suas posições. Entre os fundamentos, continua observando a colheita nos EUA, o plantio no Brasil e demanda. E esta sexta foi o primeiro dia desde 2 de setembro sem compras da China sendo reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 


No paralelo, monitoramento do posicionamento dos fundos investidores, do dólar e do mercado financeiro global, principalmente com o aumento do número de casos de Covid-19 na Europa. 

"E a pressão sazonal tende a ser grande se a colheita nos EUA andar em ritmo normal e o plantio no Braisl ficar sem reporte de grandes problemas", diz Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar e da TradeHelp. 

No Brasil, mais uma vez, o dólar volta a subir e é importante pilar de suporte para as cotações. Nesta semana, o mercado brasileiro exportou mais de 2 milhões de toneladas com preços recordes, variando de R$ 130,00 a R$ 132,00 por saca, nos portos estimulando novos negócios. 

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