Grande parte das sementes utilizadas por várias culturas em vários estados brasileiros nasce na Fazenda Santa Elisa, em Campinas (SP), de propriedade do Instituto Agronômico. Tratam-se de sementes genéticas de cultivares como arroz, feijão, trigo, milho, milho-pipoca, triticale, aveia e amendoim.Todos os anos são cerca de 500 toneladas de sementes genéticas. O número pode ser multiplicado por cinco, uma vez que, as empresas podem multiplicar e repassar ao agricultores para o plantio.
A semente genética segue o padrão definido nas pesquisas de melhoramento de caa cultura e é considerada como condição para o desempenho. Ela assegura ao produtor a identidade do material que vai a campo e segurança nos investimentos.
São produzidas cerca de 16 espécies, totalizando uma média de 45 cultivares desenvolvidas pelo IAC. A seleção do material que vai para a produção de sementes passa, sobretudo, pelo critério de aceitabilidade demonstrada pelo setor agrícola. O objetivo é repassar à sociedade os produtos resultantes da ciência agronômica conduzida no Instituto.