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Notícias / Agronegócios

06/01/2021 | 14:21

Milho segue valorizado no mercado brasileiro nesta quarta-feira

Notícias Agrícolas

Milho segue valorizado no mercado brasileiro nesta quarta-feira

Foto: Repórter Agro: Tiago Seiffert

A quarta-feira (06) segue sendo altista para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,13% e 0,81% por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 84,46 com alta de 0,37%, o março/21 valia R$ 86,49 com ganho de 0,38%, o maio/21 era negociado por R$ 82,50 com elevação de 0,13% e o julho/21 tinha valor de R$ 75,00 com valorização de 0,81%.

De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, o preço do milho segue registrando dias seguidos de altas no mercado brasileiro e em São Paulo, a máxima registrada em outubro/20 foi rompida com a saca valendo R$ 83,00.

Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro também se mantiveram em alta na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,75 e 1,75 pontos por volta das 11h38 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 4,92 com valorização de 1,00 pontos, o maio/21 valia US$ 4,93 com elevação de 0,75 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 4,91 com ganho de 1,25 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,53 com alta de 1,75 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho atingiram os US$ 5,00 durante a noite com a compra especulativa continuando a ser um fator importante nas recentes altas de preços, especialmente com os traders tentando ajustar suas posições antes dos ansiosamente aguardados relatórios do USDA na próxima semana.

“Se o USDA aumentar seu otimismo em qualquer uma dessas metas de demanda, então 1,652 bilhão de bushels nos estoques finais de milho para 2020/21 podem acabar sendo muito menores do que se pensava anteriormente”, diz a analista Jacqueline Holland.

A publicação destaca ainda que, a proibição de exportação de milho da Argentina e as constantes preocupações com o clima na América do Sul continuam a fortalecer a recuperação do mercado de milho.

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