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Notícias / Soja

23/04/2021 | 07:55

Soja passa por leve correção nesta 6ª após acumular alta de mais de 5% na semana na Bolsa de Chicago

Redação Repórter Agro com Notícias Agricolas

Soja passa por leve correção nesta 6ª após acumular alta de mais de 5% na semana na Bolsa de Chicago

Foto: Repórter Agro/Tiago Seiffert

Os preços da soja recuam na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (23), realizando lucros e corrigindo as altas fortes das últimas sessões. Por volta de 7h35 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 4,25 e 9,50 pontos nos principais vencimentos, levando o maio a US$ 15,29 e o setembro a US$ 13,71 por bushel.

De segunda à quinta-feira desta semana, o contrato maio acumulou um ganho de 5,80%, enquanto o agosto subiu 5,17%, passando de US$ 13,93 para US$ 14,65, com os preços refletindo o tempo frio nos EUA  e,  no caso da soja, a disparada dos preços do óleo, que ontem mais uma vez bateu limite de alta durante o pregão.

Os fundamentos, portanto, continuam sendo monitorados pelos tradrers, porém, esperando mais novas informações para seguir sua trajetória de alta.

Nos EUA, os mapas continuam mostrando as baixas temperaturas até o final de abril, com singelas melhoras aparecendo no começo de maio, de acordo com as previsões mais atualizadas.


Soja passa por leve correção nesta 6ª após acumular alta de mais de 5% na semana na Bolsa de Chicago
Publicado em 23/04/2021 07:42 e atualizado em 23/04/2021 08:17 513 exibições

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Os preços da soja recuam na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (23), realizando lucros e corrigindo as altas fortes das últimas sessões. Por volta de 7h35 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 4,25 e 9,50 pontos nos principais vencimentos, levando o maio a US$ 15,29 e o setembro a US$ 13,71 por bushel.

De segunda à quinta-feira desta semana, o contrato maio acumulou um ganho de 5,80%, enquanto o agosto subiu 5,17%, passando de US$ 13,93 para US$ 14,65, com os preços refletindo o tempo frio nos EUA  e,  no caso da soja, a disparada dos preços do óleo, que ontem mais uma vez bateu limite de alta durante o pregão.

Os fundamentos, portanto, continuam sendo monitorados pelos tradrers, porém, esperando mais novas informações para seguir sua trajetória de alta.

Nos EUA, os mapas continuam mostrando as baixas temperaturas até o final de abril, com singelas melhoras aparecendo no começo de maio, de acordo com as previsões mais atualizadas.

"O clima segue com temperaturas baixas e plantio quase parado nos EUA, somente no Sul dos EUA é que as máquinas seguem plantando, mas com muita reclamação dos produtores do cinturão que apontam tempo seco e muito frio", explica o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting.

Mais do que isso, a demanda da China segue menos presente no mercado e também ajuda a trazer algum equilíbrio ao mercado, contendo o ímpeto do avanço das cotações. No entanto, a oferta muito limitada permanece sendo um dos principais pilares de suporte das cotações.

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