Circula um vídeo nas redes sociais da mãe de um estudante do IFMT-Confresa, se dizendo indignada com um material que foi distribuído para os alunos em sala de aula. O vídeo foi postado no quarta feira (15), e está ganhando repercussão.
Nas imagens fica claro que se trata de uma organização, composta por jovens que querem derrotar o presidente Bolsonaro, e que para isso tentam contar com o apoio dos estudantes daquela instituição, com a seguinte mensagem: " fora Bolsonaro da sua universidade "
A mulher diz não ser novidade esse tipo de manifestação, devido a proximidade das eleições. Porém, ela questiona a falta de imparcialidade do grupo.

Direito de resposta
A respeito do vídeo veiculado nas redes sociais, da mãe de um aluno do IFMT campus Confresa, se dizendo revoltada com um material que foi distribuído aos alunos da instituição, que traz uma mensagem de referência contra o presidente Bolsonaro, com o objetivo de derrotá-lo, a Direção do IFMT, em nome do diretor Giliard Brito de Freitas, nos enviou uma nota de direito de resposta, onde diz que, segundo a direção, não houve nenhuma tentativa de contato referente a matéria veiculada no site Agência da Notícia, pois foram checados todos os meios de contato, e não houve nenhum registro.
O Instituto disse,ainda,que não distribuiu o material para os estudantes. Que o material não foi criado e nen impresso pela instituição. Ainda, de acordo com a nota, trata-se de material de estudantes que participaram do congresso de UBES, em Brasília, que houve recentemente.
A direção lembrou o Art. 5° da Constituição Brasileira, que garante a livre manifestação do pensamento e que ninguém será privado de direitos por motivo de convicções políticas, nos limites da legislação vigente
Lembrou também a Lei 9.504/ 1997, onde em seu Art. 37° estabelece as vedações e as exceções sobre divulgações políticas em órgãos públicos.
A nota deixa claro que a Direção-Geral não foi consultada sobre a origem do material apresentado no vídeo. E que, tanto a direção, quanto os servidores do Instituto,não são parciais, com o fato, como foi afirmado pela a autora do vídeo.
E solicitou a retratação pública da autora, com a divulgação nos mesmos espaços em que o vídeo foi divulgado, de acordo como rege a Lei 13.188/2015.