Para o ministro de Relações Exteriores, embaixador Carlos França, o setor agropecuário brasileiro é referência mundial de produção, preservação e desenvolvimento de tecnologia. “Nós somos respeitados em todo o mundo. Ao longo desses quatro anos se conseguiu criar condições para elevar o Brasil ao terceiro país que mais atrai investimentos, atrás dos Estados Unidos e China. Diante do pior cenário da pandemia, o agro não parou e honrou contratos para alimentar 1 bilhão de pessoas”.
A ex-ministra da Agricultura e senadora eleita, Tereza Cristina (PP-MS), lembrou da importância da FPA em sua escolha como ministra da Agricultura. “Foi essa bancada que me colocou no MAPA e me fez crescer dentro do Congresso Nacional. O Brasil precisa correr para alcançar o agro. Estamos à frente de todos os outros segmentos do país”.
O atual ministro da Agricultura, Marcos Montes, ex-presidente da FPA, ressaltou que os últimos três anos e meio de sucesso do MAPA devem ser repassados, também, ao trabalho da Câmara dos Deputados, Senado Federal e demais entidades do setor. “Hoje é uma festa do agro brasileiro. A oportunidade dada ao Ministério da Agricultura de colocar o agro como protagonista do país mundo afora é inédita. O agro jamais havia sido tratado conforme é hoje, como pauta principal. Que sigamos assim”, exclamou.
Entidades do setor
O Instituto Pensar Agropecuária (IPA) foi representado pela Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), nas figuras dos presidentes Márcio Lopes e João Martins, respectivamente.
O presidente da OCB, Márcio Lopes, afirmou que o setor produtivo nunca andou tanto como agora, e fez agradecimentos ao trabalho dos deputados e senadores, e entidades que compõem o Instituto Pensar Agro. “Me perguntaram esses dias se alguma pauta do cooperativismo precisaria ser aprovada, e respondi que tudo o que nós precisamos na base foi cumprido. O agro está andando e vai andar cada vez mais”, disse.
João Martins, presidente da CNA, afirmou que os problemas do agro ainda são grandes e precisam ser resolvidos. Segundo ele, ainda existem Projetos de Lei no Congresso, que podem fazer o trabalho oposto, e travar o crescimento do setor.
“O destino da agricultura será decidido nos próximos anos, pois a incompreensão a respeito do agro brasileiro é um traço presente e precisa ser combatido. O agro brasileiro pode continuar criando riqueza, mas não pode ser um campo de batalha para conflitos de ideias já sepultadas no resto do mundo”, explicou.
Painel do Agro
O ex-ministro Roberto Rodrigues apresentou uma palestra acerca da perspectiva do agro brasileiro no curto e médio prazo. De acordo com ele, o Brasil é um país capaz de produzir e servir ao mundo inteiro.
“Podemos nos transformar no grande agente responsável por alimentar o planeta. Somos o horizonte de produção de alimentos e somos o líder na tecnologia, desenvolvimento e informação. Somos capazes e precisamos assumir essa responsabilidade”, finalizou o ex-ministro.