28/02/2023 | 10:12 - Atualizada em 28/02/2023 | 10:35
Agencia Safras
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. O mercado foi pressionado, desde desde a reabertura dos negócios, pela queda do petróleo.
As inspeções de exportação dos Estados Unidos também vieram bem abaixo do esperado, trazendo pressão extra. A safra da América do Sul já aparece como alternativa ao mercado global.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 690.984 toneladas na semana encerrada no dia 23 de fevereiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 1,275 milhão de toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.583.893 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 739.465 toneladas.
Os contratos da soja em grão com entrega em março de 2023 fecharam com baixa de 10,75 centavos de dólar por bushel ou 0,7% a US$ 15,18 1/4 por bushel. A posição maio/23 teve cotação de US$ 15,12 3/4 por bushel, com recuo de 6,50 centavos ou 0,42%.
Nos subprodutos, a posição maio/23 do farelo fechou com alta de US$ 1,80 ou 0,37% a US$ 481,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 60,34 centavos de dólar, recuo de 0,88 centavos ou 1,43%.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,2050 para venda e a R$ 5,2030 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1710 e a máxima de R$ 5,2130.