01/03/2023 | 09:29 - Atualizada em 01/03/2023 | 16:49
-Leonardo Gottems(Agrolink)
“Interessante observar que foram grandes compradores, que normalmente buscavam milho no Centro-Oeste, os adquirentes de mercadoria no Paraná, nesta terça-feira. Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em mistos: o vencimento março/23 fechou a R$ 87,29, alta de R$ 0,05 no dia e queda de R$ 1,67 na semana; maio/23 fechou a R$ 87,48, queda de R$ 0,13 no dia e de R$ 1,82 na semana; o vencimento de julho foi de R$ 87,02, alta de R$ 0,08 no dia e queda de R$ 0,88 na semana”, completa.
Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em queda, com exportações americanas fracas e perspectivas de boas safras nos EUA e BR. “A cotação de março fechou em queda de 2,06% ou $ 13,25/bushel a $ 629,50. A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou em queda de 1,81% ou $ 11,50 bushel a $ 622,25”, indica.
“Exportações fracas dos EUA e perspectivas de safras maiores nos EUA e no Brasil pressionaram os preços nesta terça-feira. As boas condições da safra brasileira adicionam pressão. Dados do NASS Crop Progress do TX mostraram que 5% da safra de milho 23/24 foi plantada a partir de 26/02. Isso é 1% à frente do ritmo médio”, conclui.