Ele explica que a opção do produtor tem sido segurar volumes de soja e para isso, abrir espaços em armazéns e silos, colocando mais volumes de milho no mercado e pressionando os preços com esta oferta adicional.
Para o restante do ano, diante de uma perspectiva de aumento de plantio e produção na safra dos Estados Unidos, produção elevada na segunda safra brasileira e volumes de exportação que dificilmente vão repetir o ímpeto de 2022, a projeção de Molinari é para um ano de preços pressionados e margens achatadas.