Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em baixa com receio de redução na demanda chinesa devido à peste suína, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para janeiro 24, a próxima data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,94 %, ou $ -13,25 cents/bushel a $ 1323,50”, comenta.
“A cotação de maio24, referência para a safra brasileira, fechou em baixa de -0,66 % ou $ -9,00 cents/bushel a $ 1356,00. O contrato de farelo de soja para janeiro fechou em baixa de-0,70 % ou $ -2,9 ton curta a $ 410,3 e o contrato de óleo de soja para dezembro fechou em baixa de -1,35%ou$-0,69/libra-peso a $ 50,42”, completa.
Após começar a semana em forte alta, o mercado fez alguns reajustes para a oleaginosa. “Os negócios foram influenciados por preocupações com o ressurgimento da peste suína africana na Ásia, que pode afetar a demanda da China pela oleaginosa. A queda no valor do petróleo, que puxou para baixo a cotação do óleo de soja, e a desvalorização do Real, e principalmente do Peso Argentino, frente o Dólar pesaram sobre à cotação nesta terça”, indica.
Enquanto isso, o dólar sobe 0,59% a R$ 4,9659 com aposta em diferencial de juros e fim de ano. “O dólar à vista subiu hoje 0,60% em relação ao real, a R$ 4,9664, o maior fechamento desde 1º de novembro (R$ 4,9730). Profissionais atribuem a alta à visão de um diferencial de juros menor, com possibilidade de cortes maiores da Selic aqui e expectativa de juros estáveis por mais tempo nos Estados Unidos. Mas o movimento também refletiu a pressão sazonal de fim de ano sobre o real, com remessas de dividendos para o exterior”, conclui.