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Notícias / Soja

12/05/2021 | 07:12

Soja: Futuros violam US$ 16 / bu em Chicago

A soja também continua ganhando força com o milho

Redação Repórter Agro com Agrolink

Soja: Futuros violam US$ 16 / bu em Chicago

Foto: Repórter Agro/Tiago Seiffert

Os futuros da soja na Bolsa de Chicago se recuperaram dos preços mais baixos durante a noite e ultrapassaram o limite psicológico de US$ 16,00/bu para atingir seu nível mais alto desde 2012, de acordo com informações da TF Agroeconômica. Esse fator foi apoiado por um mercado à vista apertado nos EUA e pelo posicionamento dos investidores antes do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quarta-feira. 

“Os contratos do primeiro mês de julho saltaram 2,1% no dia, sendo negociados a US $ 16,21/bu no fechamento de  Chicago,  enquanto  o  mercado  aguarda  o  primeiro relatório  do  Wasde,  que  incluirá  uma  previsão  para 2021/22, a ser divulgado na quarta-feira. Os futuros foram alimentados pelo apertado mercado à vista  dos  EUA,  onde  a  demanda  permanece  muito robusta  e  as  ações  devem  ser  relatadas  em  baixa  no relatório de Wasde”, comenta a consultoria.

A soja também continua ganhando força com o milho, já que a China continua ativa no mercado, com exportadores privados dos EUA relatando vendas de 680.000 toneladas de milho fresco para entrega em 2021/22. “Estimativas mais  baixas  para  a  safrinha  brasileira de  segunda safra  também continuam  a  impulsionar  os  preços  do milho”, completa.

“O dólar teve novo dia de volatilidade, operando sem firmar tendência. A ata do Copom sinalizando nova alta de juros em junho, mas reforçando a visão de ajuste parcial na Selic, fez as cotações subirem mais cedo. No início da tarde, porém,  a  moeda  americana  chegou  a  cair  e  testou  os  R$  5,20,  refletindo  a  melhora  do  Ibovespa  e  fluxo  externo, segundo  operadores.  A  divisa  caiu  ante  pares  fortes,  mas  subiu  em  relação  a  alguns  emergentes,  como  o  México, refletindo a alta dos juros longos americanos em meio a renovadas preocupações com a inflação nos Estados Unidos”, conclui. 

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