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Notícias / Soja

16/09/2021 | 09:32

Chicago: Soja recua novamente

Nesse contexto, o Brasil supostamente trouxe 15 mil toneladas de óleo de soja da Argentina para fins de biodiesel

AGROLINK -Leonardo Gottems

Chicago: Soja recua novamente

Foto: Repórter Agro

A soja recuou novamente com o início da colheita e condições inalteradas da safra na Bolsa de Chicago, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O contrato de novembro21 da soja em grão fechou em forte alta de 1,01% ou 13,0 cents/bushel a $1295,50; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou em alta de 0,54% ou 7,00/bushel a $1313,75. O contrato de outubro21 para o farelo de soja fechou em queda de $2,1/t curta a $ 335,9 e o contrato para outubro21 do óleo de soja fechou em forte alta de 3,01% ou $1,75/libra-peso a $ 58,4”, comenta. 

“Forte recuperação em oleaginosas, impulsionada também pelo petróleo. Demanda doméstica firme nos EUA Novos dados da NOPA indicaram que a moagem em agosto de 4,32 Milhões de toneladas teria superado a média histórica do mês e a expectativa do mercado. USDA anunciou dois grandes cancelamentos de soja: o primeiro foi uma venda previamente anunciada de 132k T para a China, junto com uma venda de 169k MT para desconhecido”, completa. 

Nesse contexto, o Brasil supostamente trouxe 15 mil toneladas de óleo de soja da Argentina para fins de biodiesel. “A produção de soja 21/22 da Argentina foi estimada em 44 MMT pela BAGE. Isso está abaixo da previsão de 52 MMT do USDA, citando uma mudança para o milho e preocupações com o La Niña. A estimativa de hectares da BAGE foi de 5 anos de baixa HA de 16,5 milhões (40,8 milhões de hectares)”, indica. 

“Em  sessão  de  liquidez  reduzida,  o  dólar  à  vista  oscilou  entre  estabilidade  e  leve  baixa  ao  longo  da  tarde,  em  dia marcado  por  perdas  da  moeda  americana  frente  a  pares  fortes  e  em  relação  à  maioria  das  divisas  de  países emergentes  e  exportadores  de  commodities.  No  fim  da  sessão,  com  maior  apetite  ao  risco  no  exterior  e  uma aceleração  dos  ganhos  dos  índices  acionários  em  Nova  York,  o  sinal  de  queda  da  moeda  americana  prevaleceu, levando o dólar a fechar em baixa de 0,38%, a R$ 5,2375 - depois de oscilar cerca de 4 centavos entre a mínima (R$ R$ 5,2319) e máxima  de  (R$ 5,2720)”, conclui. 

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