O mercado brasileiro de milho para exportação ainda segue esperando a demanda internacional se voltar para si, segundo informações da TF Agroeconômica. “Outubro manteve $ 50/bushel, novembro, recuou para $ 75 e dezembro manteve $ 90/bushel. O preço flat FOB do milho brasileiro fechou recuou para US$ 295/t, contra US$ 354/t do milho americano e US$ 310/t do milho argentino”, comenta. “Como o milho americano está US$ 54/t mais caro que o brasileiro, espera-se que a demanda internacional se volte para o Brasil daqui para frente, melhorando o escoamento da produção e os preços internos”, completa.
O milho paraguaio teve poucos e pequenos negócios, geralmente de qualidade inferior. “Um dia calmo também para o milho. As cotações não funcionavam a favor dos preços, o que dificultava a dinamização dos negócios. Os produtores estão focados no trabalho de campo, dando pouca atenção à comercialização de grãos. Algumas ideias de vendas foram até apresentadas, mas os números estavam longe do que o comprador poderia alcançar na data. O mercado brasileiro manteve números estáveis, continuando pouco competitivo com o mercado local. A isto se somam as questões logísticas, onde as entregas são muito lentas devido ao ritmo lento das agências brasileiras na fronteira”, indica.
Na Argentina os prêmios e preços equivalente voltam a cair. “Preços FOB Up River para navios Handysize permaneceram ao equivalente a US$ 288 novembro e US$ 288 dezembro. Para safra nova, março subiu para US$ 302, abril foi cotado a UDS$ 300, maio subiu para US$ 299, junho não foi cotado, novamente e julho para US$ 265. Mercado de Panamax recuou para US$ 276 julho/23”, conclui.