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12/04/2024 | 15:31 - Atualizada em 12/04/2024 | 15:39

Divulgação de estimativas causam queda no preço do milho na B3

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa

Informações publicadas pelo portal Agrolink

Divulgação de estimativas causam queda no preço do milho na B3

Imagem Ilustrativa

Foto: Banco de Imagens

Os relatórios divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vieram praticamente inalterados e para o milho. Isso fez com que o cereal caísse na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo a TF Agroeconômica. 

“Apesar dos números de relatórios do USDA e Conab virem abaixo, a expectativa encontrava-se dentro da estimativa de traders, o que não surpreendeu o mercado, que como vimos falando, já veio de uma semana negativa tanto para a bolsa brasileira quanto internacional. Para a Conab, a redução foi de 1,8 milhão de toneladas no Brasil, passando para uma produção total de 110,9 milhões. Já o USDA surpreendeu ainda menos, mantendo a produção brasileira em 124,0 milhões de toneladas, o que foi visto como um banho de água fria à expectativa de traders. O departamento norte-americano trouxe, ainda, uma leve alteração para a produção argentina, que passou de 56 para 55 milhões de toneladas”, comenta.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa. “O vencimento de maio/24 foi de R$ 57,06 apresentando baixa de R$ 0,71 no dia, baixa de R$ 2,33 na semana; julho/24 fechou a R$ 57,31 baixa de R$ 0,95 no dia, baixa de R$ 2,44 na semana; o vencimento setembro/24 fechou a R$ 59,49 baixa de R$ 0,63 no dia e baixa de R$ 1,69 na semana”, completa.

Em Chicago o milho também fechou em baixa. “A cotação de maio24, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,27 % ou $ -5,50 cents/bushel a $ 428,75. A cotação para julho24, fechou em baixa de -1,07 % ou $ -4,75 cents/bushel a $ 441,00”, indica.

“As cotações do cereal foram pressionadas pela grande oferta mundial de milho. O mercado esperava cortes maiores nos estoques tanto mundial, como no americano. A manutenção da safra de milho do Brasil em 124 milhões de toneladas foi um ponto de atenção, visto que a Conab reduziu, para 110,96 milhões de toneladas”, conclui.

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