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Notícias / Mato Grosso

05/04/2018 | 07:23

Seaf registra alta nos preços de cinco produtos hortifrutigranjeiros

tiveram aumento nos valores o alho, a couve-flor, a abobrinha, o tomate e o abacate.

Repórter Agro | Assessoria

O comparativo semanal de preço mais comum encontrado no terminal voltado para o comércio atacadista e varejista de hortifrutigranjeiros da Capital, divulgado nesta quarta-feira (04.04) pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), chama atenção pela quantidade de produtos em alta nos preços.

O consumidor que costuma acompanhar de perto o vai e vem dos preços no atacado percebeu o aumento de cinco produtos que estão custando mais do que há uma semana. Tiveram aumento nos valores o alho, a couve-flor, a abobrinha, o tomate e o abacate. Esses três últimos itens tiveram aumento de 15%, enquanto que a couve-flor esse percentual de acréscimo foi de 25% e o alho de 10%.

Ainda segundo a análise feita pelos técnicos da Seaf, quatro itens comumente pesquisados diminuíram de preços. São eles: milho verde, pepino, pimenta de cheiro e a banana prata. A maior queda desse grupo foi registrada no preço do pepino, que caiu 38%, passando de R$ 40,00 a caixa com 21 quilos para R$ 25,00. A pimenta de cheiro e a banana da prata caíram 20% e o milho verde 10%.
 

Razões para alteração de preço

De acordo com o engenheiro agrônomo da Seaf, Luiz Henrique Araújo, há diversos fatores que influenciam nas alterações de preço. Entre eles, o clima, a safra (se está no começo, ou no final) e a ocorrência de datas importantes, como a Semana Santa comemorada na semana passada.
 

A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira a partir 5h, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço é realizada na Central de Abastecimento de Cuiabá, levando em conta o preço mínimo, mais comum e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

 

Esta regulação é fundamental para garantir a qualidade do preço, evitando crimes contra a economia popular e valorizando o esforço e trabalho do homem do campo.  

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