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18/07/2022 | 09:08

Milho: Inalterações de preços para os próximos meses de exportações

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AGROLINK -Leonardo Gottems

Milho: Inalterações de preços para os próximos meses de exportações

Foto: Repórter Agro

Em relação ao milho exportação, os preços dos meses próximos seguem inalterados, enquanto meses distantes subiram, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro tiveram um direcionamento errático nesta quinta-feira. Agosto ainda manteve US$ 293, mas setembro também manteve US$ 274, outubro manteve US$ 298, novembro subiu para US$ 285 e dezembro subiu para US$ 289/tonelada”, comenta.

Em relação ao milho argentino, os preços recuaram, nesta sexta-feira. “As altas da cotação do milho em Chicago foram compensadas com a nova queda dos prêmios na Argentina e levaram os preços dos navios Handysize para: agosto caiu para US$ 256, setembro também para US$ 256; outubro, novembro e dezembro não foram cotados. Para safra nova, março23 também não houve cotação, mas abril foi cotado a US$ 257/t. Para os navios Panamax, os preços recuaram para US$ 266 agosto”, completa a consultoria.

Um pequeno ataque de giberela está sendo combatido com rigor no Paraguai. “Movimentos específicos registrados durante o dia. Vendedores em sua grande maioria visando valores de no mínimo 200,00 U$D/MT para retirar dos silos, enquanto os compradores se posicionam a 5 a 10 dólares deste valor, da mesma forma que alguns decidiram liquidar posições, mas foram poucos os negócios relatados. Muitos vendedores buscam colocação para produto fora do padrão, mas indústrias locais que poderiam absorver essa mercadoria, já colocam limitações, devido ao alto índice de aflatoxinas que os lotes vêm apresentando nestas condições”, indica.

“Já foram colhidos 28% ou seu equivalente a 322,9 mil hectares de milho Safrinha, dos 1,15 milhão plantados nesta safra. A prévia semanal arrecadação foi de 16 pontos percentuais acima de 12% 138 mil tem em 08 de julho. Este foi o maior avanço semanal dos trabalhos de colheita em 5 semanas desde o seu início na semana de 10 a 16 de junho. Os rendimentos semanais caíram 1,5% ou igual a 100 quilos/ha para 6,51 ton/ha e é o terceiro maior desde o longo ano de 2012 vs. 6,68 ton/ha em 2019 e 6,70 ton/ha em 2015 com 85 e 42% colhidos respectivamente”, conclui.

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