O milho fechou em leve alta de 0,34% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) com tomada de lucro depois de três fortes quedas consecutivas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os investidores do mercado futuro de milho na B3 de São Paulo voltaram a tomar lucros, acertadamente, depois de três quedas consecutivas, algo normal nas Bolsas de Mercadorias”, comenta.
“Mas, não foi uma retomada da alta do mercado. Muito provavelmente nesta terça-feira o mercado voltará ao seu viés de baixa, diante da falta de fatores fundamentais positivos para a safra velha.
Já para a safra nova, começa a haver demanda, mas para os meses mais distantes de outubro e novembro; julho e agosto ainda continuam pressionados pela grande disponibilidade da safra atual, que entrará na nos meses futuros”, completa.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta. “O vencimento maio/23 fechou a R$ 61,33, alta de R$ 0,21 no dia e baixa de R$ -3,96 na semana; julho/23 fechou a R$ 62,55, alta de R$ 0,76 no dia e baixa de R$ -0,66 na semana; o vencimento de setembro/23 foi de R$ 65,45, alta de R$ 1,54 no dia e alta de R$ 0,60 na semana”, indica.
Em Chicago o milho fechou em baixa com chuvas no Meio-Oeste e baixas exportações. “A cotação de maio fechou em alta de 0,50% ou $ 3,25/bushel a $ 656,50. A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou estável a $ 596,50. O milho começou a semana em baixa para as cotações referentes a nova safra com as chuvas do último fim de semana no Meio- Oeste dos EUA, que atingiram algumas das áreas mais secas da região”, conclui.