'Os prêmios para o milho brasileiro de exportação recuaram neste meio de semana, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram-se em $ 85 para setembro; recuaram $ 2 cents/bushel para $ 98 para outubro; recuaram $ 5 cents para $95 cents para novembro e mantiveram-se em $ 100 para dezembro”, comenta.
“A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que o Brasil exporte em setembro de 9 milhões de toneladas a 10,335 milhões de t de milho. Em relação aos volumes despachados em agosto, a entidade ajustou para 9,262 milhões de toneladas de milho. Na semana de 27 de agosto a 2 de setembro, o Brasil teria enviado ao exterior, segundo a Anec,1,971 milhão de toneladas de milho. Para o período de 3 a 9 de setembro, a expectativa é de embarques de 2,504 milhões de t de milho”, completa.
No Paraguai a pressão logística tende a diminuir nas próximas semanas. “Com a devolução dos valores no mercado FAS, foram observados alguns negócios pontuais, com entregas rápidas, onde os cobradores procuram liberar espaços para o restante da colheita e não ter necessidade de ensacamento. O mercado interno manteve indicações estáveis e aos poucos estão ocupando seus espaços, e com esse cenário, buscando logística. Alguns vendedores também optam por destinos locais. Ponta Grossa US$ 54/t, Oeste do PR US$ 30/t, Guarapuava US$ 43/t, Cascavel US$ 27/t Oeste de SC 43/t, Noroeste do RS US$ 47/t”, indica.
“Os preços aproximados do milho argentino FOB fecharam ao redor de US$ 215 para setembro, U$ 221 para outubro e US$ 223 para novembro. Os preços flat do milho subiram para US$ 233 FOB nos EUA, subiram para US$ 231 FOB Up River (oficial), na Argentina, subiram para US$ 221 FOB em Santos, no Brasil, estão em US$ 245 FOB na França, estão em US$ 210 FOB na Romênia, estão em US$ 205 na Rússia e US$ 190 na Ucrânia”, conclui.