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Notícias / Milho

07/09/2023 | 09:36

Confira como está o milho no Brasil

Produtores esperam por melhores cotações em Santa Catarina

AGROLINK -Leonardo Gottems

Confira como está o milho no Brasil

Foto: Banco de imagens

O mercado de milho do Rio Grande do Sul conta com compradores com bons estoques e vendedores praticamente sem milho, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Pela sexta semana consecutiva, cooperativas e cerealistas mantêm o preço balcão, o que revela, de um lado, a pouca pressa do produtor, e do outro, o pouco apetite do comprador em razão da colheita no centro-oeste”, comenta.

“Produtores capitalizados pela soja, ou simplesmente sem pressa de vender, e compradores apoiados pelo potencial de uma grande colheita: a receita perfeita para um mercado lento. Poucas novidades no que diz respeito à comercialização de milho por aqui. Compradores insistem em indicar R$ 62,00 no que se trata da sexta semana praticamente sem alterações, produtores começam as pedidas em R$ 63,00. Sem relatos de negócios”, completa.

Produtores esperam por melhores cotações em Santa Catarina, que tem negócios a R$ 63,00 no porto. “Foram escassos os compradores que indicaram preços hoje no estado de
Santa Catarina. Segundo um comprador local, os estoques médios, na sua maior parte oriundos do centro-oeste, devem garantir às fábricas ao menos mais um mês de consumo, e os negócios devem seguir em ritmo pontual, à medida que a colheita avança”, indica.

“Nesta quarta-feira, diferença de pelo menos R$ 2,00 entre intenções de venda e indicações, em que produtores pediam entre R$ 60,00 a R$ 61,00 FOB interior e indicações foram de R$ 58,00 CIF fábrica em Chapecó, Xanxerê e Xaxim; e R$ 62,00 CIF em Rio do Sul. Segundo relatos, ao menos 5 mil toneladas teriam sido originadas do Paraná, sendo negociadas CIF São Francisco a R$ 63,00 com entrega outubro e pagamento para o final do mesmo mês”, informa.

Exportadores levam ao menos 5 mil toneladas no Paraná. “Em dois pequenos negócios de
granjeiros no oeste, levaram-se, respectivamente, 400 e 700 toneladas para consumo imediato, a R$ 52,00 CIF fábrica. Nas poucas indicações, recuo médio de R$ 2,00 por saca, com Ponta Grossa a R$ 56,00; Londrina a R$ 48,00, e Cascavel a R$ 47,00. Em Paranaguá, em preços entre R$ 63,50 até R$ 64,50, com entregas concentradas em outubro e novembro, exportadores levaram ao menos 5 mil tons”, conclui.

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