O Dólar teve forte alta, e ao contrário da Bolsa de Chicago, a B3 subiu para o milho nesta terça-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Por mais um dia, os contratos de milho fecharam com oscilações positivas na Bolsa de Valores no Brasil”, comenta.
“A alta, desta vez, veio sustentada pelo dólar e pelo cenário de exportação, já que este contribui ao que temos comentado aqui, ou seja, maiores volumes para exportação principalmente neste fechamento de ano. A moeda oscilou até cerca de R$ 5,1703 na tarde de hoje, e fechou cotada a R$ 5,154 na venda, em uma oscilação de 1,73 pontos acima dos níveis de ontem”, completa.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista. “O vencimento de novembro/23 foi de R$ 59,77, alta de R$ 0,41 no dia, alta de R$ 1,95 na semana; janeiro/24 fechou a R$ 63,75, alta de R$ 0,28 no dia, alta de R$ 1,91 na semana; o vencimento março/24 fechou a R$ 67,29, alta de R$ 0,24 no dia e alta de R$ 1,74 na semana”, indica.
Na Bolsa de Chicago o milho fechou em baixa com avanço da colheita norte-americana. “A cotação para dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,26 % ou $ -1,25 cents/bushel a $ 487,50. A cotação de março24, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,30 % ou $ -1,50 cents/bushel a $ 502,25. Após uma forte alta no dia anterior, o cereal passou por uma correção negativa, apoiada nos dados sobre o progresso da colheita americana. Os trabalhos avançaram em 23% da área plantada, acima do ano anterior e da média histórica”, conclui.