No mercado de milho do Paraguai, a diferença ainda é de US$ 10/t entre vendedor e comprador, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Tanto vendedores quanto compradores têm preocupações com os preços, pois há uma diferença entre o que desejam. Essa discordância tem desacelerado o mercado por vários dias, e não há sinais de mudanças nos preços atuais, que se encontram entre um intervalo de valores. Como resultado, é provável que o mercado permaneça lento nos próximos dias.
“Questões sobre preços surgem de ambos os lados do mercado, vendedores buscando 180,00 U$D/MT FAS Assunção e compradores visando 170,00 U$D/MT, já vimos esse distanciamento há vários dias, fazendo com que o mercado desacelere. Nada nos diz que o preço passaria para os níveis atuais, que estão entre 170,00 - 172,00 dólares por tonelada. Se a nossa lógica se mantiver, veremos mais dias de um mercado bastante lento”, completa.
Na Argentina foram vistos milho FOB americano a US$ 219, milho argentino a US$ 214 e brasileiro a US$ 222. “Os preços aproximados do milho argentino FOB fecharam ao redor de US$ 219 para novembro, U$ 213 para dezembro e US$ 220 para janeiro. Os preços flat do milho caíram para US$ 219 FOB nos EUA, caíram para US$ 214 FOB Up River (oficial), na Argentina, subiram para US$ 222 FOB em Santos, no Brasil, estão em US$ 220 FOB na França, estão em US$ 210 FOB na Romênia, estão em US$ 205 na Rússia e US$ 185 na Ucrânia”, indica.
“Os negócios de exportação milho são feitos com base em prêmios, mas nós os convertemos aqui em US$/t para dar uma ideia do que poderiam significar em termos de custo efetivo para os importadores brasileiro”, conclui.