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15/12/2023 | 14:38

Milho: Relatório USDA causa queda no preço em Chicago

As cotações do milho em Chicago apresentaram uma tendência de baixa ao longo da semana

Informações publicadas pelo portal Agrolink

Milho: Relatório USDA causa queda no preço em Chicago

Foto: Banco de Imagens

As cotações do milho em Chicago apresentaram uma tendência de baixa ao longo da semana, influenciadas pelo recente relatório de oferta e demanda do USDA divulgado em 08/12. O fechamento de quinta-feira (14) registrou US$ 4,56/bushel para o primeiro mês cotado, uma queda em relação aos US$ 4,68 da semana anterior.

De acordo com a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), o relatório destacou a produção dos EUA para o ano de 2023/24, mantendo-a em 387 milhões de toneladas, com estoques finais estimados em 54,1 milhões de toneladas. Globalmente, a produção mundial de milho foi ajustada para 1,222 bilhão de toneladas, um aumento de cerca de 1,3 milhão em comparação com novembro. Os estoques finais mundiais do cereal aumentaram para 315,2 milhões de toneladas.

No cenário internacional, a projeção para a produção de milho no Brasil é de 129 milhões de toneladas, enquanto na Argentina permanece em 55 milhões. O relatório indica que o Brasil poderá exportar 55 milhões de toneladas no atual ano comercial. Apesar disso, o preço médio ao produtor estadunidense de milho permaneceu em US$ 4,85/bushel, em comparação com os US$ 6,54 do ano anterior.

No que diz respeito às exportações dos EUA, na semana encerrada em 07/12, foram registradas 711.733 toneladas de milho, aproximando-se do limite inferior esperado pelo mercado. O total exportado no atual ano comercial já atingiu 9,2 milhões de toneladas, representando um aumento de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Enquanto isso, na China, a safra de milho deste ano atingiu números recordes, com um crescimento de 4% em relação ao ano anterior, totalizando 288,8 milhões de toneladas. Este aumento é atribuído não apenas às condições climáticas favoráveis, mas também à manutenção dos subsídios oficiais aos agricultores locais, visando garantir a segurança alimentar do país. A área total semeada foi de 44,2 milhões de hectares, a maior desde 2015, conforme dados do Departamento de Estatísticas da China.

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