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Notícias / Agronegócios

28/01/2022 | 15:57

Preços estáveis para o milho paraguaio

Levando em consideração o câmbio, o dólar recuou 0,32% para R$ 5,4238 apesar da alta da moeda norte-americana no exterior

Da Redação do Repórter Agro

Preços estáveis para o milho paraguaio

Foto: Foto: Reprodução / Ilustrativa

Para o milho paraguaio, os preços estão estáveis e praticamente não há negócios, segundo informou a TF Agroeconômica. Isso ocorre porque os vendedores querem US$ 10 a mais por tonelada e o saldo paraguaio a ser vendido é o menor para 27 de janeiro em muitos anos. 

“A  estes  se  poderia  acrescentar  que,  com  a  seca  que também  danificou a  safra do  país,  a  maior  parte  dos vendedores estão retraídos, esperando preços maiores. Os que decidem vender, pedem 10 dólares mais do que os preços atuais”, comenta a consultoria. 

Em relação ao milho argentino, os preços avançaram dois dólares/t para US$ 261 para embarque em fevereiro, safra antiga. Mais frete de US$ 40, mais descarga de US$ 11 vezes o dólar  do  dia,  chegaria  no  porto  a  R$  102/saca  e  no interior a R$ 108,00 mais ou menos, dependendo da distância. 

“A  safra  nova  avançou quatro  dólares/t para  R$  250 para  março,  outros  quatro  dólares/t  para  US$  246 para embarques em abril, mais quatro dólares/t para US$ 246  maio,  subiu um  dólar/t  para US$ 236  para embarque em junho e um dólar/t para US$ 229 para embarque Julho. Já o  preço  para  os navios Panamax  foi  o  único que teve cotação nova nesta quinta-feira, subindo fortemente para 105 dents/bushel, o que levou o preço final para US$ 266, como mostra nossa tabela ao lado, obtida junto aos corretores do mercado físico de Buenos Aires”, indica. 

Levando em consideração o câmbio, o dólar recuou 0,32% para R$ 5,4238 apesar da alta da moeda norte-americana no exterior. “A piora do apetite por risco no exterior ao longo da tarde, com queda das bolsas em Nova York  e  aceleração  dos  ganhos  da  moeda  americana  frente  a  divisas  fortes  e  emergentes,  acabou  respingando  no mercado doméstico de câmbio. Depois de furar o piso de R$ 5,40 pela manhã e tocar no patamar de R$ 5,35 - em meio a relatos de fluxo estrangeiro (para Bolsa e renda fixa) e provável internalização de recursos de emissões externas -, o dólar à vista diminuiu bastante o ritmo de queda e fechou na casa de R$ 5,42”, conclui. 

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