Com Chicago e dólar se anulando, não houve novas mudanças no mercado da soja do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mais um dia de muita lentidão, com o produtor fixando apenas o estritamente necessário para a manutenção das despesas de suas propriedades, volumes que normalmente não passam de 3.000 toneladas. A CBOT subiu em 2,61%, o dólar por outro lado acabou se desvalorizando em expressivos 2,3%, causando um forte efeito de cancelamento em um contexto geral”, comenta.
“O preço de pedra manteve-se a R$ 170,00, marcando manutenção para esta segunda. Rio Grande passa por boa valorização de R$ 2,20/saca e vai a R$ 192,20 para o final de agosto. O interior passa por evoluções gerais mais amenas do que as vistas no porto, com Ijuí a R$ 187,00 ao subir R$ 1,00/saca, Cruz Alta a R$ 188,00 após valorização de R$ 1,50/saca, Passo Fundo a R$ 187,00 após subir R$ 1,00/saca e Santa Rosa a R$ 186,00 ao se valorizar também em R$ 1,00/saca”, completa.
Santa Catarina tem preços estáveis, nada de negócios. “Santa Catarina marcou um dia sem variações, travando nos mesmos níveis de sexta-feira pela terceira sessão consecutiva. Além disso, os negócios seguiram parados por mais outro dia, a estes níveis há baixíssima disposição de efetuar negócios para qualquer período”, indica.
Sem variações nos preços, nada de negócios também no Paraná. “Paraná mantem-se congelado diante do desinteresse pela soja, não há saída de volumes além dos níveis básicos no porto, subiu assim como em Ponta Grossa, mas demais posições seguiram sem movimentações. Ademais, para hoje, Chicago e dólar passaram por um dia de movimentações expressivas, mas agiram de forma inversamente proporcional, cancelando uma à outra”, conclui.